Santuário Diocesano
Nossa História
"Eu sou o Senhor vosso Deus, eu falarei por vós. Esse povo precisa de você."
Revelação recebida por Janea Maria Mota Santos Dantas — 2 de fevereiro de 1984
AS RAÍZES: A CHEGADA DOS PADRES MARIANOS (1964)
A história do Santuário da Divina Misericórdia começa em 1964, com a chegada dos primeiros padres Marianos ao Brasil.
Fundada pelo Padre Estanislau Papczyński, na Polônia, em 1670, a Congregação dos Padres Marianos atendeu ao chamado do Papa João XXIII para suprir a escassez de sacerdotes na América do Sul. Durante o Concílio Vaticano II (1962–1965), o Bispo Ceslau Sipovicz, Superior Geral dos Marianos, e Dom José Brandão de Castro, Bispo de Propriá (Sergipe), discutiram a necessidade de missionários na recém-criada diocese.
Em 31 de julho de 1964, os padres José Sielski e João Szurek chegaram a Nossa Senhora da Glória, Sergipe, iniciando a missão no Brasil. Posteriormente, outros missionários se juntaram à equipe, fortalecendo o trabalho pastoral na região. Em janeiro de 1969, os Marianos encerraram suas atividades em Nossa Senhora da Glória e transferiram a missão para Curitiba, Paraná, onde continuaram sua dedicação pastoral e promoveram a devoção à Divina Misericórdia.
Essa mudança para o sul do Brasil foi fundamental para a expansão e consolidação da missão dos Marianos no país, culminando na construção do Santuário da Divina Misericórdia em Curitiba.
Fundada pelo Padre Estanislau Papczyński, na Polônia, em 1670, a Congregação dos Padres Marianos atendeu ao chamado do Papa João XXIII para suprir a escassez de sacerdotes na América do Sul. Durante o Concílio Vaticano II (1962–1965), o Bispo Ceslau Sipovicz, Superior Geral dos Marianos, e Dom José Brandão de Castro, Bispo de Propriá (Sergipe), discutiram a necessidade de missionários na recém-criada diocese.
Em 31 de julho de 1964, os padres José Sielski e João Szurek chegaram a Nossa Senhora da Glória, Sergipe, iniciando a missão no Brasil. Posteriormente, outros missionários se juntaram à equipe, fortalecendo o trabalho pastoral na região. Em janeiro de 1969, os Marianos encerraram suas atividades em Nossa Senhora da Glória e transferiram a missão para Curitiba, Paraná, onde continuaram sua dedicação pastoral e promoveram a devoção à Divina Misericórdia.
Essa mudança para o sul do Brasil foi fundamental para a expansão e consolidação da missão dos Marianos no país, culminando na construção do Santuário da Divina Misericórdia em Curitiba.
O CHAMADO DE JANEA (1984)
Os desígnios divinos ainda não tinham sido cumpridos no sertão sergipano. Então, em 2 de fevereiro de 1984, uma revelação marcou o início de uma missão que transformaria vidas.
Em um sonho, Janea Maria Mota Santos Dantas recebeu a mensagem divina:
“Eu sou o Senhor, vosso Deus. Eu falarei por vós. Esse povo precisa de você.”
No coração do sertão sergipano, onde a fé se entrelaça com a história de um povo batalhador, nasce o Santuário da Divina Misericórdia. Uma obra grandiosa, erguida sobre a rocha da devoção e guiada pelo amor de quem reconhece a presença divina em cada passo da caminhada.
Em um sonho, Janea Maria Mota Santos Dantas recebeu a mensagem divina:
“Eu sou o Senhor, vosso Deus. Eu falarei por vós. Esse povo precisa de você.”
No coração do sertão sergipano, onde a fé se entrelaça com a história de um povo batalhador, nasce o Santuário da Divina Misericórdia. Uma obra grandiosa, erguida sobre a rocha da devoção e guiada pelo amor de quem reconhece a presença divina em cada passo da caminhada.
O NASCIMENTO DE UM SONHO
A idealização desse santuário carrega a marca de uma mulher que construiu sua vida alicerçada na fé: Janea Maria Mota Santos Dantas. Filha de Nossa Senhora da Glória, sempre soube que sua trajetória não se limitava ao empreendedorismo. A prosperidade que alcançou ao longo da vida não era apenas fruto de esforço e trabalho, mas um presente de Deus para ser compartilhado com toda a comunidade.
Desde muito jovem, Janea aprendeu que a fé é um alicerce inabalável. Em sua jornada, enfrentou desafios, renúncias e provações, mas, em cada dificuldade, encontrava forças na oração. Foi essa confiança na misericórdia divina que a impulsionou a transformar o impossível em realidade.
A história do Santuário surgiu inicialmente do desejo de Janea em ter, em sua residência, situada na zona rural do município de Feira Nova, uma capela pessoal, com a presença do Santíssimo Sacramento. Dessa forma, ela solicitou autorização do arcebispo de Aracaju da época, Dom Lessa, o qual autorizou a construção da citada capela, com a promessa de que seria erguida uma outra capela direcionada à evangelização de toda a comunidade.
Em seguida, movida pelo desejo de evangelizar os funcionários de sua propriedade rural, bem como de cumprir a promessa, preparou uma pequena área de sua propriedade para receber as celebrações das missas. Com o passar do tempo, o número de fiéis começou a crescer, assim como o desejo no coração de Dona Janea de participar diariamente da Santa Missa.
Dessa forma, colocou uma tenda em sua fazenda para receber, além dos funcionários, qualquer pessoa que desejasse participar das celebrações. Com o tempo, o número de fiéis continuou a aumentar. Em visita ao local, o arcebispo de Aracaju, Dom João, que sucedeu Dom Lessa, profetizou que aquele lugar de tamanha fé não seria uma simples capela, mas um santuário.
Naquele momento, Janea não compreendeu a dimensão daquela profecia realizada pelo bispo, mas, com o passar do tempo, o Santuário da Divina Misericórdia começou a tomar forma no coração das pessoas.
Neste período, após orientação do seu diretor espiritual, Frei Josué, Janea Maria se reunia com a comunidade para realizar diversas peregrinações pelas estradas vicinais do município de Nossa Senhora da Glória, durante o tempo da Quaresma, com o objetivo de clamar a Deus pelas chuvas no sertão e pela conversão do homem do campo.
Desde muito jovem, Janea aprendeu que a fé é um alicerce inabalável. Em sua jornada, enfrentou desafios, renúncias e provações, mas, em cada dificuldade, encontrava forças na oração. Foi essa confiança na misericórdia divina que a impulsionou a transformar o impossível em realidade.
A história do Santuário surgiu inicialmente do desejo de Janea em ter, em sua residência, situada na zona rural do município de Feira Nova, uma capela pessoal, com a presença do Santíssimo Sacramento. Dessa forma, ela solicitou autorização do arcebispo de Aracaju da época, Dom Lessa, o qual autorizou a construção da citada capela, com a promessa de que seria erguida uma outra capela direcionada à evangelização de toda a comunidade.
Em seguida, movida pelo desejo de evangelizar os funcionários de sua propriedade rural, bem como de cumprir a promessa, preparou uma pequena área de sua propriedade para receber as celebrações das missas. Com o passar do tempo, o número de fiéis começou a crescer, assim como o desejo no coração de Dona Janea de participar diariamente da Santa Missa.
Dessa forma, colocou uma tenda em sua fazenda para receber, além dos funcionários, qualquer pessoa que desejasse participar das celebrações. Com o tempo, o número de fiéis continuou a aumentar. Em visita ao local, o arcebispo de Aracaju, Dom João, que sucedeu Dom Lessa, profetizou que aquele lugar de tamanha fé não seria uma simples capela, mas um santuário.
Naquele momento, Janea não compreendeu a dimensão daquela profecia realizada pelo bispo, mas, com o passar do tempo, o Santuário da Divina Misericórdia começou a tomar forma no coração das pessoas.
Neste período, após orientação do seu diretor espiritual, Frei Josué, Janea Maria se reunia com a comunidade para realizar diversas peregrinações pelas estradas vicinais do município de Nossa Senhora da Glória, durante o tempo da Quaresma, com o objetivo de clamar a Deus pelas chuvas no sertão e pela conversão do homem do campo.
A COLINA DA MISERICÓRDIA
O Santuário já existia no coração das pessoas que participavam das peregrinações, mas era necessário um lugar escolhido por Deus para que a construção do templo dedicado à Divina Misericórdia fosse erguido.
Após muitas indefinições e incertezas, Janea recebeu de Deus a inspiração, através de um sonho, para construir o Santuário em uma outra propriedade, situada em uma colina, ao lado da Natville.
Neste sonho, Janea recebeu a inspiração de que duas colunas deveriam ser erguidas: uma coluna material, que seria uma nova unidade da empresa conduzida por ela, e outro pilar espiritual, que seria a construção do Santuário dedicado à Divina Misericórdia, ambas com o propósito de servir a toda a comunidade.
Com efeito, foi erguida uma capela dedicada a Santa Faustina, secretária da Divina Misericórdia, onde a Santa Missa é celebrada diariamente.
No dia 1º de abril de 2024, a primeira pedra foi lançada. Uma missa especial, presidida por Dom Vítor Agnaldo de Menezes, bispo diocesano de Propriá, que nomeou o local de Colina da Misericórdia, e Frei Josué, seu diretor espiritual, que saudou dizendo que o “Santuário seria o local onde as pessoas subiriam a colina chorando e desceriam felizes e renovadas pelo Espírito Santo”, marcou o início dessa jornada. Era o começo de um novo tempo para os fiéis, um tempo de esperança e renovação espiritual.
Após muitas indefinições e incertezas, Janea recebeu de Deus a inspiração, através de um sonho, para construir o Santuário em uma outra propriedade, situada em uma colina, ao lado da Natville.
Neste sonho, Janea recebeu a inspiração de que duas colunas deveriam ser erguidas: uma coluna material, que seria uma nova unidade da empresa conduzida por ela, e outro pilar espiritual, que seria a construção do Santuário dedicado à Divina Misericórdia, ambas com o propósito de servir a toda a comunidade.
Com efeito, foi erguida uma capela dedicada a Santa Faustina, secretária da Divina Misericórdia, onde a Santa Missa é celebrada diariamente.
No dia 1º de abril de 2024, a primeira pedra foi lançada. Uma missa especial, presidida por Dom Vítor Agnaldo de Menezes, bispo diocesano de Propriá, que nomeou o local de Colina da Misericórdia, e Frei Josué, seu diretor espiritual, que saudou dizendo que o “Santuário seria o local onde as pessoas subiriam a colina chorando e desceriam felizes e renovadas pelo Espírito Santo”, marcou o início dessa jornada. Era o começo de um novo tempo para os fiéis, um tempo de esperança e renovação espiritual.
Marcos Históricos
1.º de Abril de 2024
Lançamento da Primeira Pedra
Missa especial presidida por Dom Vítor Agnaldo de Menezes, que marcou o início dessa jornada e a nomeação do local como Colina da Misericórdia.
22 de Fevereiro de 2025
Ereção Canônica do Santuário
Ocorreu a ereção canônica do Santuário da Divina Misericórdia e o primeiro leilão em prol da construção do santuário, arrecadando mais de 1 milhão de reais.
22 de Fevereiro de 2025
Nomeação dos Sacerdotes
Padre Paulo Henrique foi nomeado Reitor do Santuário, e Padre João Santos foi designado como Capelão das empresas Natville e auxiliar do Santuário.
2025
Santuário como Igreja Peregrina
O santuário torna-se uma Igreja Peregrina no Jubileu da Esperança, tornando-se ponto de referência para a vivência da fé neste Ano Santo.
"Por que este santuário? Nada é obra do acaso, é obra de Jesus."Dom Vítor Agnaldo de Menezes — Ereção Canônica, 22/02/2025